domingo, 5 de dezembro de 2010

Hoje o testosterona subia à cabeça!


Tá fazendo o que em casa?
Por acaso esta doente?
Ver TV é deprimente, não tem nada mais sem graça
Bom de noite é ir pra rua
Mesmo quando está chovendo
Eu que nunca me arrependo
Tá errado, eu tô fazendo
Vai saber o que é normal?
Só que eu posso lhe dizer:
Bom é quando faz mal

20 caixas de cerveja
Um barril de puro whisky
Quilos de carne vermelha
Fique longe não se arrisque
Não importa onde esteja
E sempre onde tem mais barulho, maior cheiro de bagulho
Disso eu me orgulho
Vai saber o que e normal?
E só que eu posso lhe dizer:
Bom é quando faz mal

Consequência qualquer coisa traz
Quando é bom nunca é demais
E se faz bem ou mal tanto faz, tanto faz, tanto faz

Tá fazendo o que em casa?
Por acaso esta doente?
Ver TV é deprimente, não tem nada mais sem graça
Bom de noite é ir pra rua
Mesmo quando está chovendo
Eu que nunca me arrependo
Tá errado, eu tô fazendo
Vai saber o que é normal?
Só que eu posso lhe dizer:
Bom é quando faz mal

Conseqüência qualquer coisa traz
Quando é bom nunca é demais
E se faz bem ou mal tanto faz, tanto faz, tanto faz


Matanza - Bom é quando faz mal

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Novos rumos


todo hiato é espaço vazio
prelúdio do início
além fim

terça-feira, 30 de novembro de 2010

em construção

Dizem que o ódio é uma palavra forte
que não deve ser dita ao acaso, em momentos de furor
mas todos amam o amor, e repetem-o a todo instante
não seria o amor também uma palavra forte?

Além da trilha escura
habita uma chama colorida
que reclama, grita

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Home, sweet home...


Já faz um tempo que me sinto em casa apenas quando estou fora dela

sábado, 27 de novembro de 2010

Simultaneidade


"- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo! Eu creio em Deus! Deus é um absurdo! Eu vou me matar! Eu quero viver!
- Você é louco?
- Não, sou poeta."

Mário Quintana

Recebi esse poema há algum tempo de uma pessoa muito especial em minha vida. Junto ao poema ela escreveu algo como "não pude não pensar em você..."

Fênix


"Como consegui suportar? Como conseguir suportar com espírito elevado semelhantes feridas? Como ressuscitou minha alma desses túmulos?
Sim? Há algo íntegro em mim, qualquer coisa que não se pode enterrar e que faz rolar os rochedos; denomina-se a minha vontade. Essa atravessa os anos silenciosa e imutável.
A minha antiga vontade quer andar com passadas normais; sua razão é dura e invulnerável!
Eu sou vulnerável apenas no calcanhar!
'Assim vive você sempre, pacientíssima, igual a você mesma. Passou sempre todos os túmulos!
Em você ainda vive o irresgatável da minha mocidade, e viva e jovem permanece sentada, esperançosa, sobre as amarelas runínas das sepulturas.
Sim; você para mim é ainda é a destruidora de todos os túmulos. Salve, minha vontade! E só onde há sepulturas é que há ressurreições."
Assim falava Zaratustra.